Complementares Conscienciais

Lixoempresas: Como contribuir para que desapareçam!

Devido a todos os meus estudos, durante cinco anos, voltados à marketing, vendas, Inteligência emocional, gestão, liderança, sites, investimentos e outros assuntos, além do conhecimento principal: aquele advindo da experiência forjada em décadas como consumidor, percebi que mais de noventa por cento das empresas existentes nesse país não prestam. Resumidamente, são amadoras!

Acompanhe algumas características das empresas “amadoras”.

  • Produtos: A maioria apresenta qualidade inferior; relacionada aos materiais de que são constituídos, em função da pouca durabilidade, ineficiência quanto ao funcionamento, mal acabamento no que tange à estética, além dos defeitos de fabricação e outros problemas. Isso tudo decorre diretamente da incompetência e/ou da perspectiva infame sobre um aumento quanto à lucratividade, o que acaba por prejudicar a milhões de pessoas;
  • Atendimentos desqualificados: Praticados por incompetentes, o que reflete mau gerenciamento na seleção/contratação de pessoas e/ou ausência de posterior treinamento para qualificação dos colaboradores;
  • Colaboradores “maçãs podres”: Uma maçã podre estraga todas as outras a sua volta. Imagine um cesto repleto delas? Logo, como a gestão é ineficiente nessas empresas, o RH acaba por demonstrar ineficiência também, contratando, destarte, muitas “maçãs podres”. O resultado não pode ser outro: imagem denegrida e tendência à redução de vendas ou de prestação dos serviços, cuja consequência é a estagnação ou declínio do faturamento, gerando a possibilidade final de encerramento do negócio.
  • Gestão ineficiente: Existente pela contratação de gerentes, administradores e líderes incompetentes e sem visão, os quais acabam influindo negativamente em todo o fluxo do negócio da empresa;
  • Desconsideração aos colaboradores: Tanto aos maus (“maçãs podres”), assim como aos raros bons, que por sorte essas empresas conseguem contratar, a todos eles, muitos donos intentam explorar (atrasam salários, não pagam horas extras, tratam mal, não incentivam, não treinam, etc), visando aumentar a lucratividade. Assim, revoltam aos bons, que pedem demissão e também aos ruins, que permanecem, ficando piores. Enfim, há a prática patente de uma “política”, uma “visão” ou “cultura” empresarial digna de piedade perante a evidente estupidez, ganância, desonestidade, falta de conhecimento e, enfim, amadorismo presente nos sócios.
  • Desconsideração aos clientes: Pecado mortal, pois influi diretamente na perda dos mesmos e, por conseguinte na redução das vendas, podendo resultar na falência do negócio, afinal, vendas normais estão na razão direta da manutenção da existência do negócio e as constantes, no crescimento do mesmo.
  • Política do pós-venda: Quem estuda para empreender sabe que o relacionamento verdadeiro e duradouro com os clientes se enceta após a venda, pois é preciso agir corretamente a fim de se manter os clientes adquiridos, fazendo com que voltem a comprar ou solicitar serviços (recorrência). As empresas gastam para adquirir clientes (CAC) e depois da venda os jogam fora, perdendo vendas recorrentes e o dinheiro do investimento. Não é preciso pensar muito para detectar o amadorismo, não? Ademais, existe a necessidade de se gastar para se conquistar mais clientes, então pela perda dos já adquiridos tais empresas não estariam consumindo recursos financeiros para tentar trazer aqueles que simplesmente colocou fora? Na visão de sócios competentes, honestos e que almejam fazer suas empresas crescerem, e regra é conquistar cada dia mais clientes. Porém, na visão dos medíocres, o pós-venda significa o fim do relacionamento. Não se importam em perder os clientes e jogar dinheiro fora de forma reiterada. Quanta estupidez… Tais empresas simplesmente não crescem ou demoram muito para crescer (no caso de terem sorte, uma sorte baseada no grande número de pessoas existentes).
  • Sites horríveis: O site é o “cartão de visita”, a “vitrine” virtual da loja física. Muitos, os mais atrasados, nem site possuem. Outros, um pouco menos atrasados, constroem sites amadores, cujas características incluem: morosidade na abertura das páginas, falta de segurança, links sem funcionamento, falta de informação, contatos limitados (só usam Whatsapp, por exemplo), e assim se apresenta o festival de horrores e a demonstração de incompetência generalizada. No meu caso, se identifico qualquer situação dessas e para piorar tem empresas que possuem todos esses problemas juntos em seus sites, abandono imediatamente a navegação.

Eis que foram citadas algumas práticas pertencentes às empresas administradas por incompetentes, desonestos, irracionais, cegos e por aqueles que não estudam, enfim, amadores.

Agora não pense você, caro Internauta ou “TerraMatrixzento” (pois você ainda não encetou sua transformação), passando a se tornar um “Kkadesperferiano”, que tais características lamentáveis pertencem somente aos pequenos, isto é, às chamadas “microempresas” e “pequenas” empresas, todavia também às grandes. Eu sei que parece ilógico falar que as grandes empresas, por serem gigantes e isso pressupõe que haja boa gestão, seriam, na verdade péssimas, entrementes na realidade, apenas se tornaram enormes porque cresceram alicerçadas sobre o pilar da essencialidade, ou seja, por comercializarem produtos ou prestarem serviços considerados “essenciais” ou “indispensáveis”. Esse crescimento, portanto, não está alicerçado sobre os pilares da “competência”, “eficiência”, “respeito”, “honestidade” e até “sustentabilidade”, apenas, reitero, em função dos produtos comercializados e serviços serem extremamente necessários.

Esse e-book é destinado às pessoas que pretendem colaborar para que essas empresas, conforme o complemento do título, “desapareçam”.

Todavia também serve para que empresários amadores, cujos negócios não cresçam ou estejam em evidente processo de decadência, tenham o ensejo de, respectivamente, alavancarem o crescimento ou evitarem a falência de seus negócios.

Por fim, é urgente e seria profícuo à proteção da saúde, da vida, do meio ambiente, da sustentabilidade, além da obtenção do respeito e consideração tão almejados pelos “TerraMatrixzentos”, que estes decidam por desenvolverem suas consciências e tomarem vergonha em suas caras a fim de se unirem em prol desta causa, visando a eliminação de tais empresas, uma vez que os sócios:

  1. Pouca ou nenhuma consideração possuem para com os clientes que as sustentam;
  2. Não se importam com as questões voltadas à sustentabilidade (“Reflexões LeoKkafer” – Vol 1. item LVII);
  3. Não têm consideração e gratidão para com os seus colaboradores, os quais contribuem para o crescimento de suas empresas;
  4. Comercializam produtos de ruim ou péssima qualidade e durabilidade (forçando a compra reiterada de seus produtos, gerando excesso de resíduos, os quais são despejados na natureza em função do consumo forçado direcionado aos “TerraMatrixzentos” inconscientes);
  5. Praticam a desonesta e criminosa “obsolescência programada” (raramente punida e quando da aplicação de alguma penalidade, está é branda, tornando a punição um ato inútil e, obviamente, incentivador da manutenção dessa prática premeditada);
  6. Por fim, resumidamente, uns infames, os quais se tornam ricos à custa da exploração, do ato de ludibriar e por trapaças, as quais passam “despercebidas?”, ficando seus autores incólumes perante seus crimes. 
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