Quem sou?
Antes que eu fale a meu respeito, é preciso esclarecer o que significa “SER”.
Quando um “TerraMatrixzento” (e você compreenderá esse termo) busca conhecer a outro “TerraMatrixzento”, geralmente iniciam suas conversas perguntando sobre seus nomes.
Um conhecendo o nome do outro, encetam questionamentos sobre suas profissões, como se estas representassem um importante e relevante filtro relacionado ao interesse pela continuidade da conversa. Vejamos um trecho dessas conversas:
… meu nome é “fulano”, sou médico, atendo no hospital “X” e tenho uma clínica onde também atendo muitas pessoas, localizada no bairro “Y”.
Caso o bairro seja nobre (dentro do conceito do que signifique nobreza na mente “TerraMatrixzenta”), o interlocutor fará questão de deixar esse bairro patente, seja pela sutil ou exacerbada entonação da sua voz…
Inicia-se, por sua vez, uma disputa não saudável, carregada de vaidade, entre os interlocutores e o grau de exibicionismo será diretamente proporcional às frustrações internas, as quais são ocultadas no âmago de tais criaturas; empobrecidas emocional e espiritualmente.
Até mesmo para questionamentos mais profundos, quando se pergunta aos “TerraMatrixzentos” sobre quem eles são, as respostas vêm na linha da profissão, cargo ocupado, bens possuídos e outras respostas automáticas, fora do contexto profundo encerrado em pergunta.
É comum vermos um “TerraMatrixzento” perguntar: Fulano, quem é você? Então o fulano responde: Eu sou o “Argel”, sou advogado, tenho pós-graduação em direito público, trabalho na empresa “X”, também atendo em escritório advocatício, moro no bairro “Y” e alguns até incluem bens nas suas respostas, procurando causar inveja nos demais (os quais deveriam ter comiseração pela patente arrogância do interlocutor, mas sentem inveja por serem doentinhos).
Fazendo-se exceção quiçá ao nome, tais informações prestadas, as quais não deveriam ser fornecidas, revelam arrogância, alicerçada em frustrações internas ou estão embasadas em total desconhecimento sobre o significado do “ser”.
Você não é a sua profissão, o local onde você trabalha, o cargo que ocupa nem os bens que possui. Você é, na verdade, uma individualidade complexa, composto por seus valores e características.
Você, na verdade, muitas vezes não é nem o que acredita ser…
As afirmações negativas internas a respeito de sentimentos sobre incapacidade, deixam patente aos despertos esse desconhecimento sobre o “ser”.
Ex: Eu não sou ninguém, não me acho importante porque não tenho dinheiro e bens!
Essa asserção interna, a qual vive na mente de bilhões de indivíduos, corrobora a patente confusão no cérebro “TerraMatrixzento” quanto à ligação existente entre o “ser” com o “possuir”, isto é, para “ser” você acredita que precisa “ter”. Se você não “tem”, então você nada é…
Essa crença é totalmente equivocada: uma pseudoverdade “TerraMatrixzenta”!
Agora que você, creio, compreendeu que você não é o que possui nem o que acredita ser, vou falar sobre quem realmente EU SOU.
Eu, “LeoKkafer”, sou o conjunto dos meus valores e crenças, estas alicerçadas sobre verdades construídas a partir de experimentações práticas, isto é, verdades autênticas, não ilusórias…
Leia as informações disponibilizadas no subdiretório da “landing page” do segundo volume do e-book consciencial “Reflexões LeoKkafer – Vol 2” para melhor compreensão.
Eu sou o “LeoKkafer”, pseudônimo criado para conhecimento do público.
Sou “honesto”, “sincero”, “transparente”, “crítico”, “sarcástico”, “metódico”, “intolerante” e “desperto”.
Possuo ojeriza quanto à ignorânica, estupidez, insensatez, egoísmo e perversidade.
Quando falamos em honestidade, para alguém se proclamar “honesto”, por exemplo, tal palavra precisa ser cumprida em sua integralidade.
O que ocorre na prática, todavia, é que muitos se acham honestos, estando distantes da autêntica honestidade. Permanecem honestos apenas no campo do “achismo”: um estado mental ilusório criado por fuga da realidade. Bilhões de seres se creem honestos, estando, contudo, bem distantes da verdade. Essas pessoas desconhecem suas essências porque nunca as averiguaram profundamente.
Quando afirmam serem “honestas”, a maioria profere tal asserção alicerçada sobre o desconhecimento pessoal ou hipocrisia.
Para corroborar o que foi dito no parágrafo anterior, bastaria observarmos, nesse mundo, a quantidade existente de golpistas, estelionatários, assaltantes, punguistas, larápios, mentirosos e por aí segue a lista de horrores…
Ademais, podemos fazer alguns testes simples como da “carteira perdida” e da “maleta milionária”.
CARTEIRA PERDIDA:
Combinado com um ator, para averiguar a dita “honestidade” existente, este poderia deixar a sua carteira, repleta com dez notas de R$ 200,00 (duzentos reais) cair quando da passagem por outra pessoa, estando uma câmera à distância, escondida, a filmar tal acontecimento. O que você acha que sucederia?
Como primeira situação, muitos observariam aquele que perdeu a carteira se afastar para, logo em seguida, se abaixarem para pegar a carteira e a colocarem em seus bolsos…
Outros também aguardariam por um momento para pegar a carteira, abrir, ver as dez notas de duzentos reais, arregalarem seus olhos e a guardarem em seus bolsos, caminhando em direção oposta.
Sob o aspecto quantitativo, base desse teste, por fim, uma ínfima parcela, juntaria a carteira, correndo atrás do ator que a perdeu para lhe entregar em mãos ou o chamariam para avisar-lhe da queda (os honestos preguiçosos).
MALETA MILIONÁRIA:
Aprofundando o teste de “honestidade” para aquele grupo ínfimo de pessoas as quais devolveram a carteira no teste da “carteira perdida”, visando verificar se ainda permanecem honestas até o fim, podendo, então, serem consideradas verdadeiramente honestas, outro ator deverá submeter tais pessoas ao teste da “Maleta Milionária”.
Então, em um momento oportuno, tais pessoas, quando da sua presença em algum restaurante, bar e outros ambientes um pouco menos movimentados, seriam submetidas a esse teste.
Um ator diferente sentaria em mesa próxima à nossa pessoa honesta…
Esse ator estaria bem vestido e teria uma postura atrativa, passando uma ideia de ser abastado, um executivo, um homem bem-sucedido. Sentaria de forma elegante e, antes de chamar ao garçom, largaria uma maleta bonita ao lado da cadeira, sobre o piso. Finalmente, faria sinal ao garçom…
Muitos atores estariam envolvidos nessa cena ou a produção conversaria com os responsáveis pelo restaurante para explicar o dito teste de “honestidade” número 2 para os brasileiros aprovados no teste número 1.
Certos de que esse estudo ou prova quanto à “honestidade” brasileira seria algo profícuo ao país, certamente colaborariam com a produção.
Mas, seguindo o nosso teste número 2, outro ator faria a substituição da maleta por outra igual, de forma que o nosso ator principal, o pretenso executivo, não percebesse essa troca sutil, mas que o nosso “honesto” brasileiro, aprovado no primeiro teste, percebesse…
Assim, nesse momento, a “honestidade” estaria sendo colocada em prova…
O nosso “honesto” ficaria calado? Levantaria para avisar a vítima quanto ao fato de ela ter sido furtada? Procuraria o outro homem para propor um acordo, sob pena de contar à vítima?
No caso de tentar avisar, chamando a atenção, o ator/executivo, seguindo o roteiro, olharia para o outro lado, se fazendo de desentendido, até para verificar se o nosso “honesto” não estaria chamando outra pessoa.
Nesse ínterim, o ator larápio, viria em direção à mesa do nosso herói “honesto”. Seria até engraçado verificar a postura do nosso vencedor do primeiro teste: ficaria com receio? Levantaria? Sairia correndo? Teria coragem de permanecer sentado, não sabendo qual seria a reação de um ladrão que levantou para ir a sua mesa quando percebeu que poderia ser denunciado?
Permanecendo na mesa por coragem ou medo contido, o segundo ator iria começar uma conversa, propondo, por roteiro, dizer que se tratava de um rico executivo o qual ele conhecia a jornada e que sabia de uma transação que este realizaria por intermédio de comunicação com outros comparsas. Dessa forma, proporia entregar uma pequena parte do conteúdo da maleta, caso o nosso “honesto” ficasse em silêncio: R$ 40.000,00 (quarenta mil reais).
Por fim diria que a troca das maletas iguais, na modalidade via furto e não por roubo, onde há emprego da violência, fora planejada a fim de evitar perseguição policial e, destarte, trazer maior possibilidade de sucesso, uma vez que até o nosso ator/executivo (chamado de Rafael) perceber que o dinheiro presente na sua maleta havia desaparecido, já seria tarde demais, pois ele teria que supor que a sua maleta fora substituída em algum local.
Caso o nosso “honesto” ainda percebesse que já lhe fizeram uma proposta de R$ 40.000,00 de imediato, supondo que lhe pudessem pagar mais, exigindo mais, então ficaria evidente a sua corrupção e, por fim, a sua falta de “honestidade” para valores maiores do que dois mil reais (dez notas de duzentos reais no teste número 1)…
Seria interessante expor a cara desses safados que se dizem ou creem honestos, porém em um país tomado por corruptos, principalmente nas instâncias do poder, os quais defendem bandidos, expor essa gente desonesta não seria algo benéfico à justiça, de forma que pudessem ser penalizados de alguma forma, porém seria algo imprudente e até perigoso para quem revelasse tais excrementos humanos à sociedade!
Por fim, os dois testes apenas revelariam a imensidão de desonestos que existem nesse país…
Com relação ao lado “crítico”, está alicerçado sobre minha indignação para com o egoísmo, a alienação e ignorância: males altamente prejudiciais ao planeta e aos semelhantes. Ademais, devo ser a reencarnação de “Gregório de Matos Guerra”, cujo pseudônimo deixo como tarefa para você pesquisar, caso não saiba quem foi esse profícuo ser humano…
Já a “intolerância” resulta da animosidade aos malevolentes de toda a espécie, sejam assassinos, psicopatas, ladrões, políticos e genocidas sendo estes dois últimos os piores. Despertos não suportam esses tipinhos, sendo que se houvesse um índice de 40% da população nesse nível consciencial, o mal seria aniquilado neste planeta. Os réprobos poderiam escolher entre serem encarcerados em caráter perpétuo com trabalhos forçados, ter seus membros amputados*, caminhar sobre a “prancha” para serem lançados ao mar (igual à época dos piratas) ou eliminados por enforcamento. Caso sobrevivessem, na situação quanto à obrigatoriedade de se atirarem ao mar, não perecendo por afogamento ou despedaçado por tubarões, teriam nova chance de conviver em sociedade, mas voltando à prática de outros ou até do mesmo crime, não haveria outra chance. Seria pena de morte ou de prisão perpétua com trabalhos forçados!
Em alguns debates familiares, já expus meu ponto de vista com relação a estupradores e assassinos. Aos primeiros, caso fosse um ditador (porque na chamada “democracia” não há condições, principalmente quando não existe um pensamento unificado lógico superior, sendo que, pelo contrário, cada pobre cabecinha “TerraMatrixzenta” enxerga as coisas ao seu modo), comentei que criaria sanções. No caso de estupro, esta seria a amputação do falo (*amputação de membros citada no parágrafo anterior), deixando somente a glande. Todo estuprador capturado seria conduzido a um hospital para que os médicos do sistema, mediante anestesia geral, removessem toda a extensão deste membro causador de violência e dor. Não levaríamos estupradores para o mato e deceparíamos seus membros com um machado não, afinal não estamos mais na idade média (aqui você pode constatar minha ironia ou sarcasmo, presente na lista aludida).
Apenas com a aplicação dessa regra, teríamos vários benefícios a curto, médio e longo prazo.
- Economia do dinheiro público pela construção de sistemas prisionais se tornarem desnecessários para esse tipo de criminoso;
- Impossibilidade do estuprador, operado pelo sistema médico do sistema, voltar a estuprar;
- Proteção às vítimas quanto à futuros traumas emocionais, pelo menos em relação aos estupradores retirados de circulação, os quais se tornariam eunucos;
- Transformação dos estupradores em símbolo de vergonha popular, através de tatuagem identificativa definida pelo sistema;
Ainda é profícuo ressaltar a pena que sinto das crianças vítimas desse opróbrio, pois a maioria delas ficam traumatizadas pelo resto de suas vidas por culpa desse poder executivo e judiciário, ambos incompetentes, morosos e injustos, enfim, que estão à serviço das trevas. Mesmo quando tais crianças conseguem receber tratamento eficiente em tempo hábil, ainda podem se tornar adultos traumatizados e, por conseguinte, improdutivos.
Alguns, obviamente “cabeças de bagre” ou defensores das trevas dirão: Eu não concordo com isso. Que horror, que absurdo fazer tal coisa com os estupradores!
Na verdade aqueles que defendem tal posicionamento demonstram ser inconscientes, mentecaptos, asnos, hipócritas (se o estupro fosse realizado contra suas mulheres ou filhas seriam os primeiros a defender até pena de morte), apáticos (o engraçado é que a apatia é voltada à vítima), por fim, perversos, já que por defenderem ao estuprador, sendo contrários a essa proposta de amputação, acabam por demonstrarem conivência para com o estupro e violência praticada às mulheres e crianças.
Gente de esquerda, PT (Partido das Trevas ou Terrorista do Brasil) já são identificáveis por serem favoráveis a essa política de defesa aos estupradores e desprezo às vítimas, desde que eles não sejam as vítimas, pois nesse caso, o discurso seria de pena de morte aos estupradores.
Assassinos, por sua vez, teriam suas mãos cortadas, fazendo-se exceção à legítima defesa. Logo, não matariam mais ninguém ao longo de suas miseráveis décadas de existências, já que não conseguiriam pegar em armas brancas ou de fogo. Poderíamos, também, largá-los pelas ruas para, além de servirem de exemplo e passarem vergonha publicamente, já que todos saberiam se tratar de assassinos, não teríamos que sustentá-los ou gastar dinheiro público com a construção de mais sistemas prisionais.
Você já pensou em quantas vidas podem ser terminadas por cada um desses assassinos em décadas de existência?
Não configura somente irresponsabilidade deixar essa gente solta, mas um crime compartilhado por toda a sociedade, que se cala e vota em políticos que mantém tais criminosos livres para continuarem ceifando vidas…
Perceba você que tais medidas indolores (já que esses monstros não seriam violentados mediante machadadas feitas sobre troncos de árvores), gerariam baixos custos (cirurgia para remoção de membros) e serviriam como exemplo da existência de justiça feita às vítimas, além de mais um benefício: tais criminosos não voltariam a estuprar e a matar jamais!
Entretanto pelo sistema pútrido das trevas, o qual ainda é tolerado pelos “TerraMatrixzentos“, esses doentes estupram, matam e ficam incólumes ou cumprem penas céleres, sendo que recebem benefícios durante suas estadas prisionais. Em poucos anos recebem carta branca para voltarem à prática de seus crimes. Durante suas estadas, ainda a sociedade é obrigada a sustentar criminosos, como se fosse penalizada pelos mesmos terem sido presos. A coisa toda é repugnante, mas aceita pelos acéfalos, alienados e masoquistas humanos…
Logo, para que possa afirmar algo sobre você, como ser “honesto”, “sincero” ou de possuir outras virtudes, sugiro que comece a pensar mais profundamente antes de fazer qualquer proferimento, afinal pode ser vergonhosa a constatação de que você não é nada do que alega ser.
